domingo, 23 de outubro de 2022

Moraes manda prender Roberto Jefferson, que resiste com tiros à prisão; uma policial ficou ferida




Ex-deputado federal postou vídeo atacando ministra Cármen Lúcia. Ele teve a prisão domiciliar revogada pelo ministro Alexandre de Moraes


Em 23 de outubro de 2022

Rio de Janeiro  - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal prenda o ex-deputado Roberto Jefferson após a veiculação de novos vídeos com ataques ao processo eleitoral e a ministros do Tribunal Superior Eleitoral (STF).

Neste domingo, Jefferson divulgou vídeos nos quais afirma ter trocado tiros com a PF durante a tentativa de prisão. Fontes que acompanham o caso confirmaram a ocorrência. Segundo sua filha, a também ex-deputada Cristiane Brasil, um policial chegou a ser ferido.

O setor de inteligência da PF detectou informações de que Jefferson iria esperar até terça-feira, prazo limite para prisões em flagrante, para tentar tumultuar o processo eleitoral.

Vídeos divulgados por sua defesa mostram agentes em frente à residência, em Levy Gasparian, sendo filmados pela câmara de segurança. Ao fundo, o parlamentar diz que eles estavam ali para prendê-lo. Em uma segunda imagem, uma viatura da corporação aparece com os vidros atingidos. A troca de tiros, porém, não é exibida.

"Meu pai não atirou em ninguém. O policial foi atingido apenas na troca de tiros por estilhaços de bala. Quem estiver perto corra pra lá. Bairro Golf, condomínio Marlene Novaes em Comendador Levy Gasparian. Aeroporto mais perto é o de Juíz de Fora", afirmou ela em publicação no Twitter.

Durante o conflito uma policial foi atingida e levada ao hospital. 

ASSISTA O VÍDEO CLIQUE AQUI 

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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Plano de Guedes prevê salário mínimo e aposentadoria sem correção pela inflação passada

Proposta seria apresentada após o 2º turno em caso de vitória de Bolsonaro; presidente já rechaçou mudança semelhante no passado.

Em 21 de outubro de 2022

Brasil -  A proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, para desvincular o salário mínimo e, consequentemente, a aposentadoria da inflação passada, segundo o jornal Folha de São Paulo, pretende adotar medidas utilizadas da época da ditadura. Para colocar o plano em ação, Guedes e Bolsonaro adotariam como medidas a desindexação do salário mínimo e dos benefícios previdenciários. Aposentados, recebedores de benefícios sociais e trabalhadores ativos, que compõem a parcela mais pobre da sociedade, seriam os sacrificados.

O projeto joga no lixo um dos principais avanços da Constituição de 1988, que vinculou os benefícios previdenciários e sociais ao salário mínimo.

A única trava para que o ministro da Economia dê o sinal verde para isto seria a reeleição de Jair Bolsonaro. Nesse caso, uma proposta de emenda à Constituição seria apresentada no dia seguinte à eleição.

No resumo, caso a PEC seja aprovada os(as) aposentados(as) teriam uma correção abaixo da inflação nos benefícios previdenciários. Para se ter uma ideia da dimensão da mudança, o INPC de 2021 teve alta de 10,16%, percentual usado na atualização do salário mínimo para R$ 1.212. Caso apenas a meta de inflação de 2022 fosse aplicada, a elevação seria de 3,5%. Se a opção fosse pela expectativa do início do ano para o IPCA em 2022, o reajuste seria de 5,03%.

Até 2019, o salário mínimo era reajustado segundo a fórmula que previa o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) de dois anos anteriores mais a inflação oficial do ano anterior.

Desde 2020, quando o atual governo já tinha condições de propor regras, o reajuste passou a seguir apenas a reposição da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O que de fato não apresenta aumento real aos salários. Os reajustes ocorrem porque a Constituição Federal determina que o salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, seja capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim.

O valor do salário mínimo impacta também o pagamento das aposentadorias. O salário mínimo é, atualmente é de R$ 1.212. O ministro já sinalizou recentemente com a mesma proposta, porém visando as eleições, Bolsonaro foi contrário a ideia. 

Questionado sobre o assunto, Guedes confirmou que a desindexação está na pauta , mas disse que "não vai no meio do jogo mudar a regra" e afirmou ser "garantido que vai ser pelo menos a inflação passada". Não explicou, porém, até quando o atual parâmetro será mantido. O ministro disse também que os salários do funcionalismo público deverão ser reajustados, após a situação mais crítica da pandemia.


O economista Eduardo Fagnani, professor da Unicamp, alerta que esta eleição é entre a ditadura e a democracia e que Bolsonaro já está apontando o caminho ditatorial. Por exemplo, quando ele quer mudar a composição do STF reeditando o Ato Institucional número 2 do período militar. Na questão da Previdência, é a mesma coisa. Quando você deixa de considerar o salário mínimo como base de referência para o reajuste das aposentadorias, está reeditando uma política da ditadura. A Constituição de 1988 avançou em duas coisas importantes em relação à Previdência. A primeira foi a inclusão do trabalhador rural e a segunda, estabelecer que nenhum benefício pode ser inferior ao salário mínimo. Haverá uma profunda corrosão do poder de compra do aposentado rural, do aposentado urbano, dos beneficiários do seguro-desemprego… Ainda segundo o economista, 75 milhões de brasileiros seriam afetados, justamente a camada mais pobre da população. 


Guedes também foi duramente criticado pelo presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), João Inocentini, de 72 anos. 

"Se isso acontecer vai ser o fim da aposentadoria, vai chegar o tempo de não podermos comprar nem metade da cesta básica", disse Inocentini à coluna. "Eles estão tentando fazer isso há tempos e nós estamos conseguindo segurar. Mas em um novo governo certamente vão querer botar em prática".

"Isso vai levar todas as aposentadorias para um achatamento enorme", lamenta Inconetini. "Seriam mais de 40 milhões de aposentados caindo na zona de miséria, de pobreza total". Ele diz que o atual governo sempre quis fazer essa mudança, assim como a gestão de Michel Temer e até no governo Dilma Rousseff algumas pessoas defenderam a ideia.
"Antes de indexar à inflação, o salário mínimo era uma miséria. A gente já viveu essa história e não deu certo. Depois da vinculação, as pessoas passaram a ter um ganho melhor, a consumir mais e o país não quebrou, como disseram que iria quebrar", diz o presidente do sindicato.

O Sindnapi tem 400 mil filiados e representação em 24 estados.
"Se eles vencerem a eleição, vão implantar isso aí. Assim como não vão segurar o preço da gasolina", alerta Inocentini. "O eleitor tem que pensar bem e decidir o que quer", completou ele.


Com Folha de São Paulo, Carta Capital e CNN 
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Itaguaí adquire 07 Pick-ups para atendimentos no município


Parceria entre o governo municipal e o governo federal, permite mais atuação em locais de difícil acesso.

Em 21 de outubro de 2022

Itaguaí - A Prefeitura Municipal de Itaguaí, adquiriu sete Pick-ups 4x4 zero km para utilização na cidade. Em vídeo, o prefeito Rubem Vieira, o Rubão do Podemos, ao lado do secretário de transportes José Carlos da Silva Filho, conhecido como Carlão, falou sobre o aumento da frota. Segundo ele, esses novos carros vão ajudar na locomoção em locais de difícil acesso na zona rural, como a serra e Mazomba. Rubão destacou a importância da parceria e com verbas da esfera federal para que Itaguaí tenha uma frota em excelentes condições e não como a que ele encontrou assim que chegou ao governo, onde se tinha carros sucateados e a população muito mal atendida.


 O prefeito ainda destacou os novos ônibus que chegaram e que estão atendendo às unidades escolares, oito ao todo. Em Itaguaí recentemente, novas ambulâncias equipadas também chegaram e estão sendo utilizadas, além de outros novos veículos adquiridos para reforçar os atendimentos.



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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Um ônibus e uma van são incendiados em Chaperó Itaguaí


Criminosos agiram após polícia matar um dos chefes do tráfico na região 

Em 19 de outubro de 2022

Itaguaí - Um ônibus e uma van foram incendiados na manhã desta quarta-feira na Gleba B em Chaperó. Dois homens renderam passageiros, e funcionários do ônibus relataram terem sido obrigados a sair do veículo, deitar no chão, enquanto o veículo da empresa era incendiado pelos criminosos. 




Operação 

A ação dos criminosos foi uma resposta contra a Polícia Militar, que horas antes através do 24°BPM, realizou operações no Morro do Carvão e no bairro Jardim Ueda. Nesta incursão, a PM prendeu seis, entre eles o líder do tráfico na região, conhecido como "Folha". Outros quatro ficaram feridos durante troca de tiros e acabaram morrendo horas depois. Um dos mortos foi identificado como "Malvino".

A Polícia Militar apreendeu uma pistola, uma arma falsa, drogas, um carro e uma motocicleta.

De acordo com a corporação, eles atuavam na área quando foram atacados a tiros por criminosos armados. Quando a situação foi normalizada, eles encontraram os feridos e encaminharam para o Hospital Municipal São Francisco Xavier, onde vieram quatro a óbito.

 A Polícia Militar diz que a operação visa coibir a atuação de criminosos na região.

 Assista o vídeo dos veículos incendiados clicando aqui 

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terça-feira, 18 de outubro de 2022

Acusado de assassinar ex-secretário de saúde de Itaguaí morre em prisão de São Paulo


Casal foi assassinado em Itaguaí no começo do ano

Em 18 de outubro de 2022

São Paulo  - O homem de 34 anos, que foi preso na última sexta-feira (14), pela Polícia Civil de Araçatuba, investigado pelo latrocínio do casal Edson Shoit Hara Júnior, ex-secretário de saúde de Itaguaí e de sua esposa Clara Aline Chaves na serra do Caçador em fevereiro deste ano, foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira (17), na cadeia pública de Penápolis (SP), onde aguardava transferência para uma prisão do Rio de Janeiro.

De acordo com o diretor da cadeia de Penápolis, Eugênio Pedro Bibiano, o homem estava em uma cela com outros quatro presos e, tudo indica que ele tenha tirado a própria vida, já que foi encontrado no banheiro da cela, por volta das 3 horas da madrugada, com uma tira de tecido amarrada ao pescoço e presa a janela.

Os peritos do Instituto de Criminalística realizaram perícia técnica na cela, que deve apontar as circunstâncias da morte. Após o trabalho de perícia o corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Araçatuba, para exame necroscópico.

PRISÃO

O homem de 34 anos havia sido preso na manhã da última sexta-feira (14), na rua José Cazerta, em Araçatuba. Ele era procurado pela justiça do Estado do Rio de Janeiro, investigado por participação no latrocínio do casal itaguaiense no começo deste ano.

A prisão foi realizada por agentes da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), de Araçatuba. De acordo com o delegado de polícia José Abonizio, os policiais investigavam o homem, que supostamente estaria matando gatos nas proximidades e, constataram que ele era foragido da justiça.

Ainda de acordo com o delegado, o foragido estava morando em uma casa na rua José Cazerta, com a mãe. Ambos já haviam morado anteriormente em Araçatuba.

CRIME

O duplo latrocínio do casal, homem de 47 e a mulher de 38 anos, aconteceu no início deste ano no município de Itaguaí (RJ).
Segundo a investigação, o homem de 34 anos fazia parte de um bando, cujo o objetivo era roubar armas que a vítima colecionava, por ser instrutor de tiro. Durante o roubo, acabaram matando o casal.

Edson Shoit Hara Júnior já foi secretário de saúde em Itaguaí 

Uma das armas roubadas foi encontrada em Seropédica (RJ), com outro indivíduo em março deste ano.

Fonte: Araçatuba em Foco e RP10

Foto de capa redes sociais da vítima 

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Anvisa proíbe comercialização de dois lotes de chocolates da marca Garoto



Suspeita é que lotes de barras de chocolate ao leite Castanhas de Caju e Castanhas de Caju e Uva Passas tenham sido contaminados por pequenos fragmentos de vidro durante o processo de produção dos produtos.

Em 18 de outubro de 2022

Brasil - A Anvisa determinou nesta terça-feira (18) a proibição de comercialização, distribuição e uso de dois lotes de dois produtos da marca de chocolates Garoto que podem conter pequenos fragmentos de vidros.
Os produtos são barras de chocolates (tabletes) de 80g sabor chocolate ao leite com Castanhas de Caju e chocolate ao leite com Castanhas de Caju e Uvas Passas.

A agência sanitária também determinou o recolhimento voluntário dos lotes 225212941G 225312941G.



A Anvisa alertou ainda que somente esses lotes apresentam riscos. Não há restrições de consumo para os demais produtos da Garoto.

Em resposta, a empresa disse que suspendeu imediatamente a distribuição e comercialização desses dois lotes após ser identificada uma "possibilidade remota" de contaminação.

De acordo com a documentação apresentada pela empresa à Anvisa, a maioria dos lotes não foi comercializada, mas, ainda segundo a agência, alguns produtos chegaram a ser distribuídos em Vila Velha, no Espírito Santo, e no estado de Santa Catarina.

A Anvisa informou que o procedimento de recolhimento foi iniciado pela própria empresa após um problema em um dos equipamentos de produção da fábrica onde esses chocolates são produzidos.
"Grande parte das unidades envolvidas já foi recolhida pela empresa, que está colaborando com as autoridades para que as demais unidades sejam recolhidas. A suspeita da presença de pequenos fragmentos de vidro provém da quebra de um sensor na linha de fabricação, que pode ter tido algum contato com os referidos lotes", acrescentou a Garoto, em nota (veja a íntegra da nota no final desta reportagem).

A empresa não informou quantos tabletes há em cada lote.

Orientações ao consumidor

A orientação ao consumidor é que, caso tenha adquirido os tabletes de 80g dos sabores “Castanhas de Caju” ou “Castanhas de Caju e Uvas Passas” da marca, verifique o lote do produto no verso do rótulo, próximo ao lacre. Veja imagem abaixo:

Se o consumidor, então, identificar no verso das embalagens os números 225212941G ou 225312941G (códigos dos lotes), ele não deve consumir os produtos.
Os fragmentos de vidro podem causar lesões na boca ou mucosa, segundo a agência sanitária.
Após a identificação, a embalagem dos produtos também deve ser guardada.

A Anvisa ainda orienta que o consumidor entre em contato com o Serviço ao Consumidor da marca de chocolates Garoto para troca ou reembolso gratuito dos produtos. O telefone de contato para isso é o 0800 055 95 50. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h00 às 18h00, exceto feriados.
O contato também pode ser feito pelo e-mail sacgaroto@garoto.com.br.

Íntegra da nota da Garoto:

A GAROTO informa que está promovendo o recolhimento voluntário de um lote do tablete Chocolate Garoto 80g Caju (L 225212941G, validade 09/09/2023) e um lote do tablete Chocolate Garoto 80g Caju e Passas (L 225312941G, validade 10/09/2023), após ter identificado a possibilidade remota de que algumas unidades desses lotes tenham sido produzidas com pequenos fragmentos de vidro. A empresa suspendeu imediatamente a distribuição e comercialização desses dois lotes de produtos e esclarece que a ação de recolhimento é restrita aos Estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde os lotes foram distribuídos. Grande parte das unidades envolvidas já foi recolhida pela empresa, que está colaborando com as autoridades para que as demais unidades sejam recolhidas.

A suspeita da presença de pequenos fragmentos de vidro provém da quebra de um sensor na linha de fabricação, que pode ter tido algum contato com os referidos lotes. A empresa reforça que a qualidade e segurança de seus produtos são prioridades inegociáveis, e que adota rígidos padrões e controles em todas as etapas do processo produtivo e de distribuição. A GAROTO reforça seu compromisso com a segurança dos seus consumidores e disponibiliza os canais 0800 055 95 50 e sacgaroto@garoto.com.br para contato.

Fonte:G1

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Lula é inocente? Saiba qual é a situação jurídica atual do ex-presidente


Brasil  - Ao longo da campanha, a situação jurídica do candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido debatida tanto por apoiadores quando por opositores do ex-presidente. Afinal, com as anulações dos processos da Lava-Jato, o petista é inocente? Foi absolvido? Ele ainda pode ser julgado?
'Manipulação discursiva': ministra do TSE suspende propaganda de Bolsonaro que associa Lula a ladrões e presidiários.

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Lula teve duas condenações em primeira instância confirmadas pela Justiça, que, naquele momento, possibilitava a prisão dos réus por entendimento do STF. Em abril de 2018, ele foi preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba após ser considerado culpado no processo do tríplex do Guarujá. O ex-presidente foi condenado a 12 anos e 1 mês de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Durante a prisão, ele sofreu a segunda condenação, desta vez no caso do sítio de Atibaia. A Justiça determinou a pena de 12 anos e 1 mês de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Lula dispara contra Bolsonaro: ‘Por que não presta conta da rachadinha?'

Após 580 dias de prisão, Lula foi solto em novembro de 2019, assim que o STF passou a considerar a prisão em segunda instância inconstitucional. O Supremo agora entende que os réus só podem ser presos quando não couber mais recursos.
Em 2021, o STF anulou as condenações por motivos técnicos e os processos prescreveram.
Mas qual a atual situação jurídica de Lula? Confira.

Lula é considerado inocente

Não há qualquer sentença atualmente contra o ex-presidente. Em 2018, ele foi condenado pelo então juiz Sergio Moro e por tribunais superiores na Operação Lava-Jato. Os processos, porém, foram anulados pelo STF por questões técnicas: Moro foi considerado parcial para punir Lula e os processos deveriam tramitar no Distrito Federal, não no Paraná. Portanto, sim, Lula foi considerado inocente. 

Lula foi absolvido?

Não é correto afirmar que o ex-presidente foi absolvido, pois as condenações contra ele foram anuladas por motivos técnicos. Além disso, as provas não foram reavaliadas e julgadas por outro magistrado pois o processo prescreveu. A absolvição só ocorre quando fica provado que o réu não cometeu o crime ou quando não há provas suficientes para a condenação. Então, como ele é inocente, mas não foi absolvido, pois pela intenção política e parcial de Moro, qualquer acusação não pôde ser considerada prova. 

Lula não pode ser mais julgado

Após as condenações dos casos do tríplex e do sítio de Atibaia terem sido anuladas pela parcialidade de Moro e pela tramitação dos processos fora da jurisdição correta, os processos seguiram para o Distrito Federal. A Justiça, porém, considerou que já havia acabado o prazo legal para que Lula fosse processado e, se fosse o caso, punido. Desta forma, ele está livre dos processos e das penas.

Fonte: O Globo. 

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domingo, 16 de outubro de 2022

Finalizada obra de contenção na Serra do Caçador em Itaguaí 


Prefeitura de Itaguaí, através da Secretaria de obras em parceria com a Secretaria de Agricultura e Pesca, revitalizou o local que tinha problemas estruturais na estrada e causava riscos aos frequentadores.

Em 16 de outubro de 2022

Itaguaí - A Prefeitura de Itaguaí, finalizou, recentemente, uma obra de contenção na estrada do Caçador na Serra. Um muro de cortina armado com tirantes em um trecho da Serra do Caçador, na Zona Rural, foi construído para conter possíveis erosões da pista. Há poucos meses, o local, considerado de difícil acesso, sofreu uma erosão de grandes proporções devido às fortes chuvas. O incidente tornou o lugar perigoso, sujeito a acidentes graves.

A obra, faz parte do Projeto Circuito do Agronegócio, que visa a recuperação de estradas vicinais, de iniciativa da Secretaria de Agricultura e pesca de Itaguaí em parceria com a Secretaria de Obras.



Por ser uma região importante, de imediato a prefeitura elaborou um projeto de restauração da via, que faz ligação entre Itaguaí, Cacaria e também a Serra do Piloto, em Mangaratiba. A região atrai muitos turistas, além de abrigar duas escolas municipais.


Segundo a Secretaria Municipal de Obras, o investimento foi da ordem de R$ 4 milhões.
“Com muito trabalho, seriedade, e dedicação, estamos entregando à população mais uma obra de contenção de encostas. Foi realizado de forma rápida e eficaz, devolvendo a tranquilidade e segurança para todos que utilizam a estrada diariamente”, destacou o prefeito, Rubem Vieira.

O projeto

No projeto de execução da obra, foi feito um trabalho de manejo das águas pluviais, com implantação de um sistema de captação e destinação do volume hídrico. Para isso, foram utilizadas caixas coletoras, dutos enterrados, canaletas e escada hidráulica. Como acabamento, foi instalado guarda-corpo de segurança em madeira de eucalipto.
“Um dos maiores benefícios para a população é a segurança, pois fizemos uma obra bem feita com uma técnica apropriada para o local. Hoje, quem transitar na via terá segurança, além de aproveitar a paisagem de um mirante”, comemora a secretária de Obras e Urbanismo, Elisa Giovanna.
Ela assegura que, com essa obra, a água não vai ficar mais empossada e não haverá mais riscos em dias de chuvas. “Sabemos que existem outros pontos para fazer e já estamos estudando todos eles”, finaliza.

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Vacina para câncer com tecnologia de imunizante da Covid-19 pode ficar pronta ainda neste ano

Resultados de testes da aplicação personalizada para o tratamento do melanoma, desenvolvida pela Moderna e pela MSD, são esperados nos próximos meses

Em 16 de outubro de 2022

Mundo - A Moderna, fabricante de um dos imunizantes da Covid-19, e a Merck, MSD no Brasil, esperam os resultados da fase 2 dos testes clínicos de uma vacina contra o câncer de pele ainda neste ano, anunciaram as empresas nesta semana. Caso sejam positivos, o estudo irá para a terceira e última etapa antes da aprovação pelas agências reguladoras. A novidade em desenvolvimento é diferente das vacinas tradicionais, destinadas à prevenção de doenças infecciosas, e atua no tratamento do melanoma, o tumor de pele mais letal.

Para ativar o sistema imunológico contra as células cancerígenas, a vacina utiliza a tecnologia de RNA mensageiro (RNAm), plataforma que ganhou um impulso a partir dos investimentos para combater a pandemia da Covid-19. Com os estudos inéditos, que levaram as vacinas da Pfizer e da Moderna para o coronavírus a saírem do papel, a tecnologia se mostrou altamente eficaz em despertar a proteção do organismo e abriu uma nova porta na ciência para evitar e tratar doenças.
“Com os dados esperados para este trimestre sobre a PCV (sigla em inglês para vacina personalizada para câncer), continuamos entusiasmados com o futuro e o impacto que o RNAm pode ter como um novo paradigma de terapia no tratamento do câncer. Continuar nossa aliança estratégica com a Merck (MSD no Brasil) é um marco importante, pois continuamos a aumentar nossa plataforma de RNAm com programas clínicos promissores em várias áreas terapêuticas”, diz o presidente da Moderna, Stephen Hoge, em comunicado.

Para estimular a ação no organismo, o RNAm funciona como um código com instruções para que as células do próprio corpo produzam determinada proteína. No caso das vacinas da Covid-19, por exemplo, em vez de o imunizante introduzir o vírus inativado ou uma parte dele para que o sistema imunológico o reconheça e crie a proteção, o RNAm utiliza o próprio organismo como “fábrica” da proteína S do coronavírus, que então induz o corpo a produzir as células de defesa e anticorpos para o Sars-CoV-2.
Agora, a tecnologia é uma esperança não apenas de aplicações em desenvolvimento para tratar câncer, como também para vacinas que protegem contra o HIV, a zika e outras doenças que têm imunizantes de RNA mensageiro atualmente em fase de testes.

Vacina personalizada para o câncer

Além de não atuar na prevenção, e sim no tratamento, há uma outra diferença na mRNA-4157/V940, a aplicação desenvolvida pela Moderna e pela MSD para o melanoma: ela é personalizada. Nesse caso, como os tumores são diferentes de pessoa para pessoa, os laboratórios coletam antígenos específicos do câncer do paciente e desenvolvem o imunizante individual, que induzirá o sistema imunológico daquela pessoa a produzir células T de defesa contra o tumor.

Para ser ainda mais eficiente, a dose está sendo testada em 157 pacientes junto ao medicamento Keytruda, da MSD, considerado hoje a linha de tratamento padrão para o melanoma. Trata-se de um anticorpo monoclonal que também ativa o sistema imune para reconhecer as células cancerígenas e atacá-las.

Essas estratégias são necessárias porque os tumores carregam em si uma proteína chamada de inibidora de checkpoint, responsável por “esconder” o câncer do sistema imunológico e, com isso, não ser atacado por ele.
As empresas Moderna e MSD firmaram a possibilidade de uma parceria para desenvolvimento e comercialização da vacina originalmente em 2016, mas somente agora o acordo está sendo de fato oficializado por meio de um pagamento de US$ 250 milhões pela MSD à Moderna.
“Esta colaboração de longo prazo combinando a experiência da Merck (MSD no Brasil) em imuno-oncologia com a tecnologia pioneira de RNAm da Moderna resultou em uma nova abordagem de vacina personalizada. Estamos ansiosos para trabalhar com nossos colegas da Moderna para avançar a mRNA-4157/V940 em combinação com o Keytruda, pois se alinha à nossa estratégia para impactar a doença em estágio inicial”, afirma o vice-presidente sênior e chefe de desenvolvimento clínico global da MSD, Eliav Barr, em comunicado.

Fonte: O Globo 

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sábado, 15 de outubro de 2022

Com Bolsonaro, somente 5 creches poderão ser construídas em 2023


No Orçamento de 2023, Bolsonaro faz corte de 97,5% para a construção de pré-escolas e creches. 
De R$ 151 milhões neste ano para R$ 5 milhões em 2023. Jair Messias Bolsonaro já havia cortado em 45% verba de combate ao câncer em pleno Outubro Rosa. Além disso, governo atual já havia anunciado uma redução de R$ 2,4 bilhão do MEC em universidades 

Em 15 de outubro de 2022

Brasília - O Orçamento de 2023, apresentado pelo governo Bolsonaro, apresenta um corte de 97,5% nos recursos destinados para a construção de creches e escolas de educação infantil. Para 2023, é prevista uma quantia de R$ 2,5 milhões para a construção de escolas de educação infantil. Em 2021, eram R$ 220 milhões. A pouca verba implica em uma diminuição significativa na produção de novas escolas: apenas cinco conseguirão ser construídas com esse valor. Mesmo que a educação infantil seja atribuída a um dever municipal, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu neste mês de outubro, que é dever do governo federal garantir vagas em creches e pré-escolas à crianças de 0 a 5 anos de idade.

Recursos destinados ao aprimoramento da infraestrutura de tais escolas também sofreram um corte de 95% no próximo ano pelo governo Bolsonaro. Com essas tesouradas, o orçamento destinado a educação infantil saiu de R$ 151 milhões neste ano para R$ 5 milhões em 2023: uma redução expressiva de 96%.

De acordo com dados do Censo Escolar de 2020, 2,456 milhões de crianças em idade deste grau de aprendizado estavam matriculadas em creches públicas naquele ano – e esse número só vem caindo desde então. A meta estabelecida no Plano Nacional de Educação (PNE) é ter 50% das crianças de até 3 anos matriculada até 2024. Contudo, segundo levantamentos organizados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) para alcançar tal objetivo, seriam necessárias 2,6 milhões de novas vagas, o que custaria R$ 37,4 bilhões a União.

A Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, um instituto de estudos estipula que quase metade de todas as crianças de até 3 anos precisa de uma vaga em creche no Brasil. Mesmo com todos esses números e indicadores, o país tem 422 obras de creches paradas ou inacabadas, de acordo com dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
No início do governo Bolsonaro, o Ministério da Educação prometeu, por meio do Proinfância, entregar mais de 4 mil creches até o fim de 2022. Mas o cenário foi bem diferente: só foram entregues cerca de 800 creches em todo o Brasil, desde 2019. Sete dessas foram iniciadas e concluídas na atual gestão.

Corte no combate ao Câncer 

Com o início do Outubro Rosa, campanha de conscientização da prevenção e combate ao câncer de mama, o assunto ferveu nas redes sociais. 
A verba de combate à doença passará de R$ 175 milhões para R$ 97 milhões em 2023, representando um corte de 45%. Os cortes também afetarão a compra de materiais, ferramentas e reformas de unidades hospitalares e ambulatórios, além de outros programas. 

Ainda de acordo com o jornalista Felipe Frazão, responsável pelo artigo, os cortes estão sendo realizados para manter o orçamento secreto, política que o presidente mantém para garantir apoio do chamado “Centrão” à sua reeleição. 

Política para mulheres na mira

Se nem no Outubro Rosa Jair Bolsonaro se comove e prioriza projetos para garantir a vida das brasileiras, quando se trata de políticas públicas voltadas para mulheres, o presidente trabalha para destruir aquilo demorou anos para ser estruturado.
Entre as 79 ações orçamentárias que constam no Orçamento Mulher, 47 sofreram com a sanha do presidente e sofreram reduções de verbas previstas para 2023. 

Além de verbas para a equiparação de gênero, programas de proteção social básica, apoio à organização de programas de assistência social e até mesmo medidas de desenvolvimento da educação básica – sofrerão uma supressão de mais de 95% em suas respectivas verbas.

Com os cortes, a implementação de creches, a ampliação das delegacias da mulher, a integralização de cotas para mulheres de baixa renda e chefes de família no programa habitacional Casa Verde e Amarela são alguns dos projetos que serão prejudicados.

Educação e saúde alvos principais de cortes de Bolsonaro desde que virou presidente 

Jair Bolsonaro definitivamente tem apreço em cortes quando se trata de educação e saúde no País. Sem contar a demora nas compras de vacinas contra a Covid-19 no pior momento da pandemia, o messias para alguns, tem se mostrado o terror para avanços em setores essenciais de vida de cada brasileiro. Ano após ano, o governo tem cortado verbas cada vez maiores nas áreas. Para privilegiar o orçamento secreto, que são verbas dadas para deputados em troca de apoio e que já são alvos da Polícia Federal por diversos casos de corrupção, Jair Bolsonaro tem sido um presidente para poucos. 

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