A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga a morte de Rafael Pacheco da Silva, de 31 anos, durante operação da Draco em Chaperó, Itaguaí. Segundo a família, Rafael foi atingido por mais de um disparo em meio a um confronto entre policiais e criminosos e que não foi uma bala perdida, e sim um assassinato, afirma a irmã. A Polícia Civil informou que a ação era investigativa, sem previsão de câmeras corporais, e que as armas dos agentes serão periciadas.
A operação ocorrida no dia de ontem, deixou moradores assustados e a morte de Rafael, indignou a comunidade local, que chegou a obstruir o Arco Metropolitano na região do bairro em protesto pelo assassinato do rapaz.
A situação exige uma investigação rigorosa, até mesmo para saber a responsabilidade pelo crime e por toda a condução da operação. A falta da utilização das câmeras corporais, algo que em operações policiais é obrigatório pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em situações de alto risco ou de grande impacto social, conforme acordos e decisões recentes, deixam dúvidas que podem jamais ser sanadas.
📷 Reprodução
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