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terça-feira, 23 de junho de 2026

TSE decide por nova eleição para prefeito em Itaguaí



Tribunal julgou essa noite ação que envolvia candidatura de ex-prefeito, mais votado em 2024. Nova eleição será em outubro, juntamente com a eleição presidencial. 

Eleições em Itaguaí  - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão plenária realizada nesta terça-feira (23), decidiu que o município de Itaguaí terá uma nova eleição para prefeito. O julgamento iniciado às 19 horas, pôs fim a um imbróglio jurídico, que já perdurava desde o ano de 2024. 

O relator do caso, ministro André Mendonça, confirmou em sua relatoria a necessidade de nova eleição e foi acompanhado novamente pelo ministro Nunes Marques que já havia manifestado seu voto anteriormente. Eles foram acompanhados pelos demais ministros. Em sua fala, o ministro relator André Mendonça, sugeriu que as eleições em Itaguaí ocorressem em consonância com as eleições presidenciais neste ano, em outubro, tendo sido acompanhado pelos demais também nesse quesito. O presidente, ministro Nunes Marques, ainda ressaltou que apesar de, os prazos para a realização de eleição em Itaguaí, junto com o primeiro turno das eleições para presidente, governador, deputados e senadores, ter sido expirado, há a possibilidade técnica desse feito, visto a necessidade de uma resolução do caso. Cabe agora ao TRE-RJ, a convocação e todos os trâmites para novas eleições no município. 

Com a confirmação da impugnação da candidatura de Rubem Vieira de Souza, o Dr Rubão do Podemos, nas eleições de 2024, Itaguaí terá agora uma nova eleição para a escolha do novo prefeito, que ficará no comando da cidade até o final de 2028. Enquanto as eleições não tem o resultado do novo eleito ao cargo, o presidente da Câmara Municipal, Haroldo Jesus, o Haroldinho do PDT, permanece no cargo de chefe do Executivo Municipal de forma interina.

Indecisão que durou quase dois anos

O agora ex-prefeito reeleito Rubem Vieira de Souza, conhecido como Rubão (Podemos). Embora tenha vencido as eleições em 2024, com quase 40% dos votos, teve sua candidatura impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

Segundo o entendimento da Justiça Eleitoral fluminense, a permanência de Rubão no cargo configuraria um terceiro mandato consecutivo, o que é proibido pela Constituição Federal. O político assumiu um mandato-tampão em julho de 2020, após a cassação do mandato de Chefe do Executivo, do ex-prefeito, Carlo Busatto Júnior, o Charlinho, afastado por corrupção e, meses depois, venceu a eleição regular realizada naquele mesmo ano.

Após ser eleito novamente em 2024, Rubão tentou permanecer no cargo por meio de uma liminar judicial, que garantiu sua permanência temporária na prefeitura entre junho e novembro do ano passado.

Dr Rubão, que ficou afastado de janeiro a junho de 2025, teve a cassação de tal liminar, anteriormente concedida pelo ministro Dias Toffoli no final de novembro do ano passado. Nesses intervalos, como agora, Haroldinho assumiu a prefeitura. 

Em fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou um último recurso apresentado pela defesa do prefeito, se baseando na jurisprudência de repercussão geral do próprio tribunal sobre temas similares. 

Agora, com a decisão do tribunal, o TRE-RJ irá estipular datas e todos os trâmites desse plebiscito em Itaguaí. 


#bocanotrombone #eleicao #itaguai #tse #prefeitura

sábado, 20 de junho de 2026

Alerta falso da Defesa Civil aciona celulares de madrugada no Rio



ATAQUE HACKER | Um alerta falso enviado para celulares de moradores do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro na madrugada deste sábado (20) levou a Defesa Civil Nacional a retirar temporariamente do ar a plataforma Defesa Civil Alerta. Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o sistema foi alvo de uma invasão e de um provável ataque hacker.

Diversos celulares tiveram os alarmes acionados nesta última madrugada com a mensagem falsa.



O alerta sonoro enviado a celulares de diferentes cidades do Brasil entre a noite de sexta-feira (19) e a madrugada deste sábado (20) causou susto não apenas pelo conteúdo da mensagem, mas também pela forma como ela apareceu: em volume alto, como uma sirene que continuava tocando até o usuário visualizar a mensagem e interromper o aviso, inclusive em aparelhos que estavam no modo silencioso.



A explicação está no próprio funcionamento do sistema. O Defesa Civil Alerta, plataforma usada para avisos de emergência à população, foi desenhado para furar barreiras comuns do celular em situações de risco extremo. Quando uma mensagem é classificada como “alerta extremo”, o aviso pode tocar em volume elevado e se sobrepor ao uso normal do aparelho, com o intuito de chamar a atenção de quem está em uma área sob ameaça.

No caso desta madrugada, porém, a mensagem não correspondia a uma situação real de risco. A Defesa Civil Nacional informou que a plataforma foi tirada do ar à 1h30 após sofrer uma invasão e disparar um alerta para várias regiões do país.

Segundo o órgão, o envio foi ordenado remotamente por alguém de fora do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil e se trata de um ataque hacker.

A mensagem enviada continha a palavra "Misantropia" que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana" ou "estado que se caracteriza por profunda tristeza; depressão, melancolia ou "tendência a evitar companhia de outras pessoas ou a cultivar o isolamento, segundo o dicionário Michaelis On-line.

A Polícia Federal irá investigar o caso.

#bocanotrombone #defesacivil #alerta #hacker #misantropia

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Manutenção mantém cidades como Itaguaí com problemas de abastecimento de água




A Cedae vai interrompeu a operação do Sistema Ribeirão das Lajes desde às 2h de quinta-feira (18) até pelo menos manhã desta sexta-feira (19) para a instalação de novos equipamentos na rede. A intervenção afeta o abastecimento de água em bairros da Zona Norte, Baixada e do Centro, além dos municípios de Itaguaí, Seropédica, Paracambi Japeri e Queimados na Baixada Fluminense.

Os agentes da Cedae vão trocar os macromedidores — uma espécie de hidrômetro de grande porte que mede o volume total de água transportado pela rede — do sistema.

Após a conclusão do serviço e a retomada da produção de água pela Cedae, o fornecimento entrará em processo de normalização gradativa. O restabelecimento integral pode levar até 72 horas ou mais, especialmente em áreas elevadas e pontas de rede.

A empresa informou que permanece à disposição pelo telefone 0800 195 0 195, que também funciona para mensagens por WhatsApp.

Regiões afetadas no Rio de Janeiro

No município do Rio de Janeiro, a redução no abastecimento pode atingir os seguintes bairros:

Bangu, Benfica, Bento Ribeiro, Bonsucesso, Cachambi, Caju, Catete, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Cidade Universitária, Complexo do Alemão, Del Castilho, Deodoro, Engenho da Rainha, Engenho Novo, Estácio, Flamengo, Gamboa, Gericinó, Glória, Guadalupe, Higienópolis, Honório Gurgel, Ilha do Governador, Inhaúma, Jacaré, Jacarezinho, Lapa, Laranjeiras, Madureira, Mangueira, Manguinhos, Maré, Marechal Hermes, Maria da Graça, Olaria, Oswaldo Cruz, Padre Miguel, Penha, Penha Circular, Pilares, Praça da Bandeira, Ramos, Riachuelo, Rocha, Rocha Miranda, Sampaio, Santo Cristo, São Cristóvão, São Francisco Xavier, Saúde, Tomás Coelho, Turiaçu, Vasco da Gama, Vicente de Carvalho, Vila Militar, Vila da Penha e Vila Kosmos.

O eixo do Aterro do Flamengo, incluindo Glória, Catete e Flamengo, também está entre as áreas que podem sentir redução no fornecimento.

Regiões afetadas em Queimados
Em Queimados, a redução no abastecimento pode atingir:

Guandu, Marajoara, Distrito Industrial, Santo Expedito, Coimbra, Valdoriosa, Vista Alegre e Santa Rosa.

Regiões afetadas em Japeri
Em Japeri, a redução pode afetar:

Marajoara, São Cosme e São Damião, Guandu, Mucajá, Bananal, Caramujos, Engenheiro Pedreira, Das Granjas, São Jorge e Dos Eucaliptos.

Itaguaí: Centro, Jardim América, Chaperó, Monte Serrat, Teixeira, Amendoeira, Estrada do Trapiche, Parque Primavera, Jardim Ueda, Ilha da Madeira e partes dos bairros Santa Cândida, Leandro, Engenho, Brisamar e Vila Margarida.

Seropédica: todos os bairros, com exceção do Distrito Industrial de Santa Alice.

Paracambi: Centro, Fábrica, Raia, Quilombo, Capinheira, BNH de Cima, BNH de Baixo, Bom Jardim, Lages, Guarajuba, Amapá, Vila São José, Cabral, Boqueirão, Vila Nova, Barreira, Vale da Conquista e parte do bairro Sabugo.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Novo pedido de vista, adia mais uma vez julgamento sobre futuro de Itaguaí no TSE


Ministro Dias Toffoli pede vista novamente e processo segue indefinido


 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), retirou de pauta o julgamento referente a Rubem Vieira de Souza, o Dr Rubão do Podemos. O processo, refere-se a sua candidatura de 2024, do qual o fez ter a maioria dos votos na eleição para prefeito da cidade. Em sessão presidida pelo ministro Nunes Marques (foto) ,houve novo adiamento do caso. Após ter pedido vista e todo o imbróglio de concessão e retirada de liminar que mantinha Dr Rubão no poder, hoje, o ministro Dias Toffoli, pediu nova vista do processo. O motivo desse pedido, não foi revelado. 

   Ministro Dias Toffoli (foto) pede vista pela segunda vez no processo do TSE 

Com isso, a matéria foi retirada de pauta, numa sessão de poucos minutos. No entanto, uma nova data foi marcada para a pauta, será dia 23 de junho às 19 horas.



Clique aqui e veja o momento da fala de Nunes Marques sobre retirada de pauta


Atualmente, quem governa a cidade é o presidente da Câmara Municipal, Haroldo Jesus, o Haroldinho do PDT, que assumiu a prefeitura em novembro do ano passado, após ter comandado a cidade por 6 meses, no começo de 2025, até que Toffoli concedesse uma liminar que permitiu a volta de Dr Rubão e consequentemente retirada de tal liminar, que trouxe Haroldinho de volta ao poder.

Agora, Itaguaí se mantém no compasso de espera de uma nova sessão do TSE e na tão conhecida indecisão sobre o seu futuro. Uma nova eleição ou o retorno do ex-prefeito. 

     Haroldo Jesus atual prefeito interino 

Por enquanto, Haroldo continua sendo o prefeito de Itaguaí de forma interina. 

Imbróglio que se arrasta 

No centro da disputa está a situação do prefeito reeleito Rubem Vieira de Souza, conhecido como Rubão (Podemos). Embora tenha vencido as eleições, sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

    Dr Rubão obteve 29.192 votos, quase 40% do total nas eleições de 2024 no município 

Segundo o entendimento da Justiça Eleitoral fluminense, a permanência de Rubão no cargo configuraria um terceiro mandato consecutivo, o que é proibido pela Constituição Federal. O político assumiu um mandato-tampão em julho de 2020 e, meses depois, venceu a eleição regular realizada naquele mesmo ano.

Após ser eleito novamente em 2024, Rubão tentou permanecer no cargo por meio de uma liminar judicial, que garantiu sua permanência temporária na prefeitura entre junho e novembro do ano passado.

Em fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou um último recurso apresentado pela defesa do ex-prefeito.

Entenda a disputa

A controvérsia gira em torno da permanência de Dr. Rubão à frente da Prefeitura de Itaguaí.

O entendimento adotado pelo TRE-RJ é que o político estaria exercendo um terceiro mandato consecutivo como chefe do Executivo municipal, situação considerada irregular pela Justiça Eleitoral.

A origem da discussão remonta a 2020. Naquele ano, Rubão assumiu a Prefeitura após o afastamento do então prefeito Carlo Busatto Junior, conhecido como Charlinho. Meses depois, Rubão disputou a eleição regular e foi eleito para o cargo.

Em 2024, voltou a vencer a disputa nas urnas, mas sua candidatura passou a ser questionada judicialmente sob o argumento de que a sequência de períodos no comando da administração municipal ultrapassaria o limite permitido.

STF manteve afastamento do prefeito

Enquanto buscava reverter as decisões na Justiça Eleitoral, Dr. Rubão chegou a permanecer temporariamente no cargo por força de uma liminar judicial entre junho e novembro do ano passado concedida por Toffoli. 

A situação mudou quando o próprio ministro Dias Toffoli revogou a medida e determinou seu afastamento da Prefeitura.

Posteriormente, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal confirmou a decisão por unanimidade ao rejeitar o último recurso apresentado pela defesa.

Na ocasião, os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, André Mendonça, Nunes Marques e Luiz Fux entenderam que não cabia ao STF rever a decisão tomada pela Justiça Eleitoral.

Com isso, a discussão voltou ao TSE, responsável por dar a palavra final sobre a validade da eleição de 2024 e os próximos passos para o município.

Prefeitura segue sob comando interino

Desde o afastamento de Dr. Rubão, a Prefeitura de Itaguaí vem sendo administrada interinamente pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Haroldo Jesus, o Haroldinho (PDT), adversário político do ex-prefeito.

A gestão provisória deverá permanecer até que a Justiça Eleitoral conclua definitivamente o julgamento.

Possível nova eleição

O principal impacto do processo é a possibilidade de realização de uma nova eleição municipal.

Se o TSE confirmar o entendimento do TRE-RJ e mantiver a inelegibilidade de Dr. Rubão, os eleitores de Itaguaí deverão voltar às urnas para escolher um novo prefeito em eleição suplementar. Em caso de entendimento favorável ao ex-prefeito, ele voltaria ao comando da cidade até o final de 2028.

Até que o julgamento seja retomado e concluído, o cenário político do município permanece indefinido, à espera da decisão final da mais alta Corte da Justiça Eleitoral brasileira.

#bocanotrombone #itaguai #prefeitura #tse #julgamento 

PF mira senador Jaques Wagner e banqueiro Augusto Lima em 9ª fase da Compliance Zero


Polícia Federal faz investigação extensa, com nomes como do Senador Flávio Bolsonaro, candidato a presidência da República e que obteve mais de R$60 milhões de Vorcaro. 

O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado Federal, está entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (18).

A investigação da PF apura suspeitas de participação de agentes públicos em irregularidades envolvendo instituições financeiras.

A Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. Relembre aqui as fases anteriores da operação.

Além de Jaques Wagner, a PF também mira nesta fase da operação o banqueiro Augusto Ferreira Lima, aliado de Vorcaro e dono do Banco Pleno — liquidado pelo Banco Central em fevereiro.

A assessoria do senador, ainda não respondeu. 

A defesa de Augusto Lima afirma que ele "sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública"

Diversos políticos estão na mira da PF, incluindo o senador e candidato a presidência da República, Flávio Bolsonaro do PL. Flávio, negociou R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro, para o filme do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), preso hoje por tentativa de golpe e formação de quadrilha. Desse montante, Flávio conseguiu R$ 64 milhões com o banqueiro, dinheiro suspeito de diversas fraudes, principalmente de aposentados do INSS.

Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro André Mendonça, relator do caso nbo Supremo Tribunal Federal (STF), em endereços ligados aos alvos no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia.

Além disso, agentes federais cumprem medidas cautelares, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaportes. Os fatos investigados podem caracterizar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. 

Caso Master
A Operação Compliance Zero é uma investigação da Polícia Federal que apura um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e seu presidente, Daniel Vorcaro.

A primeira fase foi deflagrada em novembro de 2025, após indícios de que o banco emitiu títulos de investimento sem garantias suficientes, com objetivo de atrair clientes com promessas de rentabilidade acima da média do mercado. Na ocasião, Vorcaro foi preso, e a PF estimou um prejuízo potencial de até R$ 12 bilhões.

Ao longo das fases seguintes, a investigação foi ampliada e passou a incluir suspeitas de lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio, intimidação de adversários, espionagem, uso indevido de informações sigilosas e corrupção.

A PF também investiga aportes bilionários feitos pelo Banco de Brasília (BRB) no Master e supostos repasses a agentes políticos.

Nas fases mais recentes, a operação atingiu familiares e aliados de Vorcaro, além de autoridades públicas.

Entre os alvos estão o senador Ciro Nogueira (PP-PI), investigado por supostos pagamentos relacionados aos interesses do banco, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), no âmbito da apuração sobre investimentos de recursos do Rioprevidência em fundos ligados ao Master.

Todos os investigados negam irregularidades.

Defesa de Augusto Lima
A defesa do ex-banqueiro Augusto Lima, alvo da operação desta quinta enviou a seguinte nota na íntegra:

"As diligências realizadas pela Polícia Federal nesta data eram desnecessárias, uma vez que Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração.

De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos.

Augusto Lima sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública."

#BocaNoTrombone #jaqueswagner #Senador #flaviobolsonaro #danielvorcaro #bancomaster #desvios #pf 

terça-feira, 16 de junho de 2026

TSE retoma julgamento sobre eleição em Itaguaí e decisão pode definir novo comando da prefeitura


Processo estava suspenso após pedido de vista do ministro Dias Toffoli; caso envolve a candidatura do prefeito reeleito Rubem Vieira de Souza, o Rubão.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para a próxima quinta-feira (18) a retomada do julgamento que vai decidir o futuro político de Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A decisão da Corte deverá definir quem ficará no comando da prefeitura.

O julgamento havia sido suspenso após um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. Agora, caberá ao TSE dar a palavra final sobre a validade da eleição municipal.

No centro da disputa está a situação do prefeito reeleito Rubem Vieira de Souza, conhecido como Rubão (Podemos). Embora tenha vencido as eleições, sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

Segundo o entendimento da Justiça Eleitoral fluminense, a permanência de Rubão no cargo configuraria um terceiro mandato consecutivo, o que é proibido pela Constituição Federal. O político assumiu um mandato-tampão em julho de 2020 e, meses depois, venceu a eleição regular realizada naquele mesmo ano.

Após ser eleito novamente em 2024, Rubão tentou permanecer no cargo por meio de uma liminar judicial, que garantiu sua permanência temporária na prefeitura entre junho e novembro do ano passado.

Em fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou um último recurso apresentado pela defesa do prefeito.

Caso o TSE mantenha o entendimento das instâncias anteriores, Itaguaí deverá realizar uma nova eleição para que os moradores escolham o próximo prefeito por meio do voto popular.

Enquanto a definição não ocorre, a prefeitura é comandada interinamente pelo vereador Haroldo Jesus, o Haroldinho (PDT), que assumiu o cargo por ser presidente da Câmara Municipal.